️ O misterioso caso do barulho seletivo em Pinhais, Autódromo incomoda o barulho , mas festa e show não .
Durante anos, quando o assunto era o futuro do Autódromo Internacional de Curitiba, a resposta era sempre a mesma:
“Não podemos fazer nada… é área particular.”
Pronto. Fim de conversa. Cada um para casa. ♂️
Mas curiosamente, mesmo sendo área particular, apareceram ações na Justiça, liminares e toda uma movimentação que acabou ajudando a encerrar as atividades do autódromo — hoje rebatizaram de Parc Autódromo.
E um dos argumentos mais repetidos?
O barulho que incomodava os moradores.
Motor roncando… incomoda.
Corrida… incomoda.
Evento automobilístico… incomoda.
Quase pediram para os carros correrem de pantufa. ️
Mas eis que surge um fenômeno curioso da física política…
Agora, no mesmo lugar, na mesma área particular, acontece:
Show e festa
Cerveja e bêbados
Som alto e banda
Festa é mais festa...
E aparentemente… ninguém escuta nada , os vizinhos não reclamam ???
Parece que descobriram um novo tipo de acústica urbana:
Barulho de motor incomoda.
Barulho de palco… é cultural.
Então vamos recapitular:
Para defender o autódromo, não podia fazer nada porque era área privada.
Para acionar a Justiça, para demolir pode ...
Para organizar festa, também deu....
Conclusão científica:
O problema nunca foi o volume…
Era o tipo de barulho.
Porque em Pinhais funciona assim:
️ Motor roncando? Silêncio, por favor.
Palco montado? Aumenta o som DJ! E muitos interesses $$$...
E assim segue a cidade…
Onde o decibel da política sempre fala mais alto.
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